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Corte de energia adia decisão do Caso Chang 5 de Fevereiro

  • Foto do escritor: Lancemz
    Lancemz
  • 1 de fev. de 2019
  • 2 min de leitura

Corte de energia em Kempon Park adia para 5 de Fevereiro a decisão sobre a liberdade condicional o antigo Ministro das Finanças, Manuel Chang, sob pagamento de caução. Antes da interrupção da sessão a Procuradora Sul-africana disse já ter em mãos o pedido de extradição dos Estados Unidos e que aguardava o pedido de Moçambique.


De: Noclim Augusto



Parece que nada contribui para a soltura de Manuel Chang de modo a que o deputado da Assembleia da República responda o processo em liberdade condicional. Esta sexta-feira, dia em que se esperava que a juíza Sagra Subroyen decidisse se Manuel Chang podia ou não responder o processo em liberdade sob pagamento de caução, houve corte de energia em Kempton Park pelo que mais uma sessão foi interrompida e remarcada para o dia 5 de Fevereiro.


Manuel Chang completou 1 mês de prisão no passado dia 29 de Janeiro. Até esta parte foram discutidas apenas duas das quarto fases do processo, nomeadamente: a legalidade da prisão de Chang e a possibilidade do acusado responder em liberdade sob pagamento de caução, esta segunda ainda não concluída.


As fases ainda pendentes são a avaliação da legalidade ou não da extradição de Chang e depois a decisão sobre se o antigo Ministro será extraditado para Moçambique ou para os Estados Unidos da América que são quem emitiu o mandado de prisão que está a ser cumprido pela África do Sul já há mais de um mês.


Antes do corte da corrente eléctrica e da constatação de que o gerador de Kempton Park Court não tinha combustível para que a sessão continuasse, a Procuradora Elivera Dreyer revelou que já recebeu o pedido de extradição de Chang enviado pela justiça dos Estados Unidos que o acusa de conspiração para fraude por meios eletrónicos, conspiração para fraude contra segurança financeira e conspiração para lavagem de dinheiro.


No momento Dreyer disse que estava a espera do pedido de Moçambique que acusa o antigo Ministro das Finanças de violação da legalidade orçamental, peculato, branqueamento de capitais, corrupção passiva para fins ilícitos e burla

Elivera Dreyer por defraudação.



Em colaboração com CIP 

 
 
 

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